Gostinho de ser criança
Esses dias fizemos canudinhos.

É, canudinhos!
Não sabe o que é? Ok, eu explico. Há muitos anos atrás, quando morávamos no Rio Grande do Sul (minha querida e amada terra natal), existiam os canudinhos. Os canudinhos eram uma massa feita de alguma coisa, recheada com maionese, frango e outros condimentos gostosos. Eram guardados numa geladeira, de uma noite para outro, de modo que a massa ficasse molenga e macia. Caso comesse na hora, ela ficava dura e crocante, o que não é legal – faz meleca, tem que fazer “força” pra quebrar. Pode ser que você conheça, ou não, vale a explicação.

E o que eu, leitor, tenho a ver com isso?
Nada! Fizemos canudinhos em casa e senti saudades de ser criança. Não existem canudinhos na capital dos comedores de pequi, sabia? Bateu uma nostalgiazinha legal… Saudade das animadas festas de aniversário como nunca foi feito aqui no Goiás. Dos negrinhos, branquinhos, risólis, coxinhas (e canudinhos), bem gordurosos, uma delícia. Quitutes da Mariazinha. Escola Adventista. Garagem da minha casa. Casa dos antigos amigos, que hoje nem lembram mais de mim, mas com que cresci e convivi até os 9 anos. Ou melhor, não cresci, só envelheci. Caramba, eu tenho 21 anos!

Mas se não tem em Goiânia, quem comprou o tal dos canudinhos?
Minha avó, que mora em Taquara, no RS. Ela trouxe a massa dos canudinhos, prontinhos pra encher. Afinal, ela ta sempre por aqui nos visitando, e eu gosto disso! Colocamos frango, maionese, cebolas, tomates, pimentões (tudo BEM picadinho), azeite de oliva e azeitonas picadas. Entupimos os dito-cujos e depois comemos…

Só isso?
Sim. Só isso. Um post pra dizer que senti saudade de ser criança depois de ter comido os canudinhos que fizemos em casa. Em família. Vai dizer que não ficou com vontade?
(tá bom, eu sei que não.)
Stay safe,
Lucas Timm
Próxima tattoo, gogogo!
Pra quem ainda lembra disso, já decidi qual a próxima tattoo que farei. Ainda no mesmo estilo da anterior, dessa vez utilizarei código de barra para realizar a mesma escrita: Lucas Timm em hexadecimal.
Windows continua não me atendendo como desktop
Windows realmente _NÃO_ me atende como desktop.
Fiz o backup no HD do notebook do dono do local onde trabalho. O notebook, por sua vez, era de seu finado filho, que veio a falecer num trágico acidente de carro – e eu não cheguei a conhecer. No backup encontrei um filme que realmente gosto muito (The 40 years old virgin), e garanti pra mim uma cópia do arquivo .avi. Faltava apenas a legenda!
Acessei o legendas.tv e encontrei uma legenda compatível, faltando apenas um resync no tempo da mesma. Acostumado ao Gnome-Subtitles, programa que utilizo no Linux, tenho ciência que são poucos os programas voltados pra multimídia na plataforma que escolhi. E que provavelmente haveria uma infinidade de softwares de edição de legenda for Windows prontos a me atenderem. Afinal, se tem um bom pra Linux, em tese há 10x mais pro Windows… Engano meu!
Em aproximadamente 30 minutos testei os seguintes softwares:
- SubtitleWorkshop
- SubtitleProcessor
- VirtualSubSync
- Sublight
E nenhum deles me deu uma ferramenta automática estável que, retemporize TODAS as legendas de uma vez a partir de determinado espaço de tempo.
Sem outra alternativa, estou baixando o Buguntu (700MB num link de 1MB = um parto) para instalar o Gnome-Subtitles, e assim poder fazer uma simples operação e terminar os ajustes do filme que tanto quero.
Fácil, não?
É complicado…
Você tem um iPod Shuffle 512MB, 1ª geração. Você ganhou de um amigo, que tinha um Classic 160GB e não usava mais o velho Shuffle de guerra. Isso tem quase um ano, mas você zela o bichinho com todo o cuidado do mundo. Pela pouca quantidade de memória, você coloca apenas as suas músicas prediletas. Foda-se aqueles seus gigas e gigas de MP3 (a maioria pirata!) que existe na biblioteca do seu iTunes, nele só estão as melhores músicas da sua coleção cristã. Sobraram ~20MB que você utiliza como pendrive, desde que perdeu aquele seu Kingston verdinho de 2GB.
E o pior, você nem reclama. Afinal, ele gasta pouquíssima bateria. É super discreto, e como todo produto da Apple, com um design lindíssimo e inconfundível. Não precisa daquele Dock invasivo do Shuffle 2ª geração, que parece possuir um pênis. Nem deixa todo mundo (você incluso) com aquela cara de “WTF? oO” que o Shuffle 3ª geração está provocando. Você não larga ele para nada. Comprou um fone da Phillips, intra-auricular, iPod edition e que você se culpa até ontem por ter gastado tanto dinheiro numa porcariazinha com tamanha nitidez e equalização.
Aí, num belo dia 24 de junho, você (gripado) troca de roupa e vai para a faculdade. Só tem uma prova no segundo horário, tu se apressa e corre até o terminal do ônibus. Entra na plataforma do Eixo Anhanguera e repara que dois trombadinhas estão lhe observando. O fiscal da plataforma está de olho, e impede que eles se aproximem. Você já está atrasado para a prova, não pode esperar o próximo ônibus e entra no primeiro que aparece. Faltando um ponto para a sua chegada, você é abordado por um deles, enquanto outro permanece na porta. Com uma faca apontada para você, fedendo a cola, ele pega seu fone de ouvido e seu querido shuffle sem sua permissão, sai do ônibus e… pronto! Você foi roubado.
Puto de raiva, quase perde a prova na faculdade, termina ela em 15 minutos e volta pra casa. Procura o filho.da.puta no ponto mais próximo do acontecido, na última esperança de reaver seu Shuffle. Foda-se que ele tenha uma faca, o que você quer é seu iPod de volta. Afinal, o trombadinha roubou um otário. Pegou um iPod (que ele provavelmente nem sabe o significado daquela maçã), com um fone da Phillips e repleto de musica cristã. Vai tentar colocar num Windows de lanhouse, não vai conseguir sincronizar. O que ele vai fazer? Cheirar o iPod, óbvio. Trocar por mais cola é um uso realmente nobre…
Assim, nessa altura do campeonato, sua mãe já sabe a situação e precisa te zoar. Claro! “Você estava com o iPod dentro do eixão”? Sem dúvidas, afinal ela queria que EU escutasse meu antigo iPod dentro do quarto, e se possível com as luzes apagadas… Tirar de casa correndo risco de ser roubado? Meu c*! Porém, ela também ficou com pena de mim, e me mandou o link dessa promoção aqui:
E eu que, já estava blogando o ocorrido no meu cérebro, resolvi utilizar o fatídico acontecimento para tentar ganhar o iPod Touch 8GB da promoção do blog do Ikaro. Será que há males que vem para o bem? Não sou eu que terei a resposta…
E você, também quer competir comigo concorrer ao iPod Touch de 8GB? Chega nesse link e se inscreve na promoção! O sorteio será em 3 de julho, e as inscrições encerram em 30 de junho. Vai lá, quebra minhas pernas aproveita!
Stay safe,
Lucas Timm.
[tentando achar o fone do Motorola para quebrar o galho]