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Archive for the ‘RedHat’ Category

Ajude a BetterPlace.org e ganhe uma cópia gratuita do SoftMaker Office

Dezembro 19, 2009 timmerman 1 comentário

Conhecia? Eu também não.

Após informações dos velhos amigos do IRC (valeu Caio_Cesar!), fui conferir a suíte de escritório SoftMaker Office. A suíte de escritório tem versão nativa para Linux E Windows (também tem pra Windows CE). O software é proprietário E pago, então, os usuários babacas de software livre podem parar de ler por aqui.

PlanMaker

Pros que continuaram: Os programas Planmaker (planilha eletrônica), Textmaker (editor de texto) e Presentation (slides) são de extrema qualidade, deram de 10 x 0 no desempenho e estabilidade ao manipular os documentos existentes no meu computador em comparação ao seu, digamos, concorrente. Tem formato próprio, além de suportar .doc/.xls/.pps, .rtf e ODF. Infelizmente NÃO suporta OOXML, nem tudo é perfeito. Também não é melhor que o Office 2007, que pra mim é absoluto. Mas pelo pouco que utilizei, concorre igualmente com o Office 2003. Suporta check-spelling em pt_BR e possui uma tradução DECENTE de TODOS os menus que testei. Nem é necessário reiniciar o programa ao mudar o idioma!

TextMaker

A versão pra Linux é um parágrafo a parte. Tem em RPM, é estável, rápida, elegante e bem integrada com o desktop. Abre em 2 segundos (JURO). Tem um visual meio KDE2, segundo o Caio_Cesar (eu não sou dessa época), mas o visual me agradou. É simples e intuitivo, com menus bem claros a respeito das opções. Tem alguns diálogos estilo Windows 9x/Wine, mas não sou fresco, e o que me importa é a funcionalidade.

O site da SoftMaker está com uma “promoção”. Qualquer pessoa pode se registrar gratuitamente e ganhar uma cópia gratuita do SoftMaker Office para uso perpétuo, ganha suporte gratuito e descontos no caso de upgrade para as próximas versões. Vale as versões pra Windows E pra Linux. De cada download realizado, a SoftMaker doará 10 centavos de Euro (não sei fazer o simbolozinho) para a BetterPlace.org, organização que ajuda uma penca de gente por aí (dá uma olhadinha no site, doa algo lá também!). Até o momento, 3.300.40 Euros já foram doados. Ou seja, tá fazendo sucesso. :-)

Quer uma cópia participar? Clica aqui, cadastre-se, baixe, teste e divulgue. Aproveite antes que acabe, pois o FAQ não fala de datas!

Stay safe,
Lucas Timm.

CategoriasDiversos, Linux, RedHat

Rede do CentOS 5.1 no VMware Workstation 6

Maio 1, 2008 timmerman 1 comentário

Resolvido o problema que relatei nesse post (CentOS 5.1 sem rede no VMware Workstation 6):

Reinstalei a máquina CentOS 5.1 no VMware Workstation 6 em Windows, setando o tipo da máquina nas propriedades como “VMware Workstation 5″, macete que faz meu CD do Windows 2000 4×1 instalar, e funcionou perfeitamente! Feliz da vida, em casa fiz a mesma coisa no VMware Workstation 6 do Linux, e não funcionou

Sem nenhuma mensagem de erro anormal no dmesg e no /var/log/messages, resolvi agir sozinho e tentar resolver o problema. Testei de tudo, até que… Removi o kernel Xen e instalei o kernel “comum”. Não sei por que, mas sei que funcionou, e a rede já subiu automaticamente após o reboot!

Tem lógica? ¬¬
(comentário infame: Se fosse Windows…)

CategoriasLinux, RedHat

Conexão remota/Acesso remoto no MySQL

Abril 13, 2008 timmerman 4 comentários

 

Post rapidinho. Tenho o dia de hoje para aprender a programar JSP, visto que tenho prova terça ou quarta, nem sei.  :)   Na verdade, a prova foi semana passada, mas eu perdi a revisão e não fiz nenhuma atividade das últimas três semanas (/me trabalhando), resumindo? Me fudi. O professor deu outra chance e vai passar outra prova (semelhante à anterior, claro), e eu preciso me virar.

A idéia então, seria instalar o meu odiado NetBeans no Windows Server 2003 (virtualizado) e utilizar o banco de dados MySQL instalado no Fedora 8 (máquina física), visto que tenho pouco espaço em disco na VM. Tudo muito bem, tudo muito bom, até tentar conectar com o HeidiSQL a partir da máquina virtual para a máquina física, e receber um belo “acesso negado para o IP solicitado”. Googleei rapidinho, e vi nos fóruns que é uma questão comum, e três soluções de usuários Ubuntu não deram certo.

Então, li por alto (devido à correria) um artigo muito interessante e que torna bem clara a configuração de usuários/níveis de acesso no banco de dados MySQL. No artigo, não existe um exemplo de “faça isso para funcionar”, é necessário leitura e um pouquinho de raciocínio para chegar à tal conclusão. Mesmo assim, não tem mistério, e na primeira linha do comando SQL, o mesmo já funcionou e recebeu conexões remotas com o usuário root.

Assim, aos usuários que precisem de uma solução rápida e eficaz, o que se segue resolverá o problema. Aos que querem entender o que foi realizado, leia o artigo que citei acima. Recomendadíssimo.

Sem entrar em detalhes, o MySQL já precisa estar instalado e rodando (seja Linux, FreeBSD, Solaris, Windows ou o que for), isso é com você. O resto é extremamente simples.

1) Conecte no MySQL com o usuário root:

[root@timmerman mysql]# mysql -u root -p
Enter password:
Welcome to the MySQL monitor.  Commands end with ; or \g.
Your MySQL connection id is 10
Server version: 5.0.45 Source distribution

2) Sete o banco de dados “mysql”:

mysql> use mysql;
Reading table information for completion of table and column names
You can turn off this feature to get a quicker startup with -A

Database changed

3) Sete para aceitar conexões de qualquer IP de sua rede:

mysql> grant all on *.* to root@”192.168.1.%” identified by “senha”;
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

E está pronto. Sete o HeidiSQL para conectar-se remotamente no IP do seu servidor MySQL. Alguns selects nas tabelas do database “mysql” são interessantes, mostram bastante sobre a configuração do mesmo. Ainda assim, recomendo a leitura do artigo que citei acima.

That’s all folks.
Lucas Timm.

CategoriasLinux, RedHat

Eu JURO que não entendo a comunidade no IRC.

Março 10, 2008 timmerman 6 comentários

E acham ruim quando ninguém os leva a sério. Fiquem tranquilos, leia até o final, essa é mais voltada para a comunidade internacional;

Lembro quando comecei a usar Linux, e era meio lunático: Pregava aos quatro ventos que não precisavamos de empresa nenhuma, detestávamos a Microsoft e que a comunidade se ajudava na utilização do sistema, ainda que tenha esquecido, por algum tempo, a hostilidade que fui recebido pela mesma comunidade quando comecei no sistema pingüim, usando Mandrake Community 10. Sim, eu fui um usuário Linux babaca. Mas, apesar de eu ter parado de falar essa idiotice, muita gente não parou, e continuam (de certo modo) iludindo usuários com mais essa balela.

O que aconteceu…

Sou um cara curioso, também estudioso. E li um artigo muito interessante comparando 3 das melhores distribuições Linux hoje existentes: CentOS, Fedora e RedHat Enterprise. Meu coração é Fedora, nunca usei o RedHat Enterprise (é caro) e já havia experimentado o CentOS anteriormente. Tentei usá-lo como desktop e achei um lixo.

Apesar disso, conforme o artigo, não imaginava que a proximidade entre CentOS e RedHat Enterprise era tão grande (admito, d’oh pra mim), me senti tentado a dar uma nova chance ao CentOS utilizando-o como servidor – do meu Situação Solução e do meu TCC, haverá outro tópico explicando isso. Baixei a imagem do DVD, gravei, criei uma máquina virtual e instalei o sistema. Realmente achei fantástico, exceto por um detalhe: A rede não subiu, nem durante a instalação.

Fiz vários procedimentos, googleei e não encontrei resultados contundentes, e já completando dois dias da peleja entre CentOS e Lucas Timm (o sistema ganhando de lavada), resolvi perguntar. Entrei no canal #CentOS, da rede FreeNode e lancei a seguinte pergunta:

<Timmerman>  hi, I’ve installed CentOS 5 at VMware Workstation 6, and the two network cards of the virtual machine (a BRIDGE and a NAT) aren’t working: Both aren’t getting DHCP, and setting up a fixed IP they don’t ping the gateway and the phisic host.
* iam8up|grr (n=iam8up@rrcs-24-123-230-16.central.biz.rr.com) entrou em #centos
<Timmerman> In LSPCI they are correctly detected, the modules (pcnet32 and vmxnet) are ok on LSMOD, DMESG found them at boot and ETHTOOL shows “Link detected: Yes”.
* ernesto_vargas (n=ernesto_@osc2.osc.co.cr) entrou em #centos
<Timmerman> I have another virtual machines with Linux (Slackware, Arch, Debian, Ubuntu…), Windows (2000 PRO, XP PRO, 2003 ES, 2000 AS), MS-DOS/Windows 3.11, FreeBSD 6.3 and Sun Solaris 10: All of them works fine with the same configurations, except CentOS.
<Timmerman> I’ve already try to remove/re-attach the both network devices and reinstall the VMware Tools, but dont succeed. Anyone have this problem/some problem with CentOS 5 and VMware 6?

(Sorry by my bad bad english).

Nem preciso dizer que não obtive resposta na minha busca incessante para colocar o CentOS do VMware na rede, ou não estaria escrevendo esse post.

O que me entristece

Não somos nem 1% do mercado. O que nossa maior carro-chefe lucra em um ano (e fica MUITO feliz por isso) é lucrado na Microsoft em menos de uma semana. Muitos falam que a comunidade é eficaz e ajuda aos menos encautos que estão caindo de para-quedas no Linux, mas, eu não vejo isso acontecer. Como podemos crescer se somos tão desunidos?

Apesar do inglês arcaico, não fiz uma pergunta idiota. Expus todos os argumentos possíveis (alguém já leu isso?), mostrando o problema em si, pesquisei no Google antes e só chego ao ponto de perguntar quando estou no limite das minhas tentativas e do meu conhecimento. Então, numa bela noite de algum dia da semana (dependendo do seu fuso-horário), por que você entraria num canal de IRC cuja finalidade é “suporte técnico em filosofia bazar”¹ se não é para falar absolutamente nada? Ah, poxa, isso desanima…

Agradeço ao fato de não ter sido apedrejado, como acontece comumente em canais como o #linux e #debian, ainda mais se mostrar algum problema que as pessoas não sabem a solução. O problema é sempre “você”, até na comunidade Linux nacional. Segundo um amigo, o mesmo também acontece no canal #asterisk, cuja hostilidade se dá a qualquer usuário com IP diferente das faixas americanas.

No Brasil a coisa não é muito diferente, apesar de, nesse ponto, a comunidade ser mais madura do que a internacional. Já fui prontamente atendido no canal #Slackware-br e #linux-br, mas o canal #ubuntu-br poderia facilmente desmentir a situação, bastando apenas meia dúzia de posts. É um mar de pérolas.

Sem outra alternativa…

Criar uma nova máquina virtual e reinstalar o CentOS, vejamos o que acontece agora.

Stay Safe,
Lucas Timm.

CategoriasLinux, RedHat

Formatos Livres de multimídia: alternativa ou imposição?

Fevereiro 19, 2008 timmerman 2 comentários

Existem coisas que realmente me irritam. Isso aqui, por exemplo:

18-02-08 Audacity 2

Atualmente, várias distribuições seguem a idéia de só trazer softwares livres out-of-the-box. Não tá salvando quase nenhuma: Ubuntu, OpenSUSE, Fedora, Debian e outras. É verdade que elas não são proibitivas, como o gNewSense (o Stallman usa, aliás, acho que só ele usa), que nem compila algum software que não seja OpenSource, até o driver da nvidia… Mas, acredito que, só por que os desenvolvedores não gostam de softwares proprietários, não significa que ninguém mais goste.

Assim, as distribuições acabam saindo de fábrica meio capengas: Sem suporte a flash, algumas com o IcedTea no lugar o Java (é bom, mas não é o Java), e o principal: Sem suporte à formatos proprietários de multimídia. Nada contra o OggVorbis, mas eu não sou livre pra preferir o MP3? É por aí.

18-02-08 Audacity

Agora, essa é pra vocês, galera do Fedora: É tão difícil assim colocar o parâmetro –with-libmad no ./configure do processo de geração do Audacity? Afinal de contas, por mais que vocês apoiam o OggVorbis e outros formatos abertos, não conheço quem não tenha instalado os codecs “do mal” em sua distribuição Linux, seja ela qual for. Aqui eu tenho de tudo, gstreamer-codecs-ugly, gstreamer-plugins-bad, Xine-lib-extras-nonfree, etc. Afinal, o resto do mundo usa MP3, e incluir apenas suporte aos padrões abertos num software de edição de som não seria nadar contra a corrente?

Indo um pouco mais além, até acho interessante citar o caso do próprio Ubuntu. Muita gente (e freetards) reclamava da desnecessariedade de instalar na mão (ou via apt-get) os codecs proprietários para rodar MP3, AVI, DivX e etc, e o Shuttlework ouviu. Agora, acontece a mesma coisa que no OpenSUSE: Ao tentar reproduzir um formato não “suportado”, abre uma janelinha super simpática perguntando se o usuário não quer baixar os codecs, e ele assim o faz. Funciona, e bem.

Se o pessoal das distribuições quer realmente levar os formatos livres de multimídia pra frente, excluir os proprietários e fazer “gracinhas” como as do Audacity no Fedora é um mal caminho, pois é imposição, não liberdade. Ainda bem que o Livna pensa nos usuários e tem o pacote audacity-nonfree, que inclui MP3 no programa…

CategoriasLinux, RedHat