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Cúmulo do ócio:
Discutir em comunidade Linux (do orkut) e escrever uma resposta sobre esse texto. Eu não aprendo mesmo. :p
1) O texto se contradiz e é demasiadamente amador, no meu ponto de vista. Não tem visão corporativa concreta. Dá uns beliscões infantis na Microsoft e sempre criticando o monopólio. Independente do monopólio, é inegável que hoje temos conquistas no seguimento desktop que foram obtidas graças a Microsoft, por hora a bruxa malvada.
Se todos os Linusers conhecessem um pouco da história da tecnologia saberiam o que a Microsoft defendeu no início da era pecê: A liberdade de escolha. Sim, a liberdade de escolha. Para deixar todo mundo ciente: A Microsoft destruiu a IBM por que seu sistema operacional (o DOS) poderia ser instalado em qualquer computador, e não apenas nos IBMs. Se não fosse por ela, provavelmente seu IBM teria OS/2, seu Apple Mac OS X, seu Dell alguma outra coisa, meu HP Vectra VL5/100 talvez rodaria o HP-Ux (eu confesso que gostaria) e o hardware dos pecês não seria vendido individualmente.
2) Na visão do autor, inúmeras empresas “boazinhas” ajudam no desenvolvimento do Linux (sic: Red Hat, Novell, IBM, Intel, Oracle, Google, HP, SGI, MIPS, Cisco, Fijitsu <– que na verdade seria Fujitsu, não importa). Claro, a Microsoft, detentora do monopólio mundial e whattever não está presente. Apesar de não contribuir diretamente com o kernel Linux, ela contribui para o OpenOffice (tá bom, foi forçada neste daqui), Apache e até para o Moonlight, doando dinheiro, código e fornecendo APIs. Prefiro acreditar que ele esqueceu de citar esse aspecto.
3) O que podemos dizer do Linux em supercomputadores, onde o monopólio é dele? Ou em servidores web, cujo monopólio é do Apache (em FreeBSD e Linux)? Segundo a idéia do texto, um monopólio só é prejudicial se for da Microsoft, por que ela é feia, boba, chata e o Linux é melhor pra todo mundo, blá blá blá. Refaço minha afirmação: Dois pesos duas medidas? Como fica a concorrência?
4) sic: Linux é especialmente bom para o Brasil. Claro, a Microsoft não é. A Imagine Cup não tem revelado brasileiros talentosíssimos em vários aspectos de desenvolvimento. Claro, infelizmente, apenas para Microsoft. Porém cadê a liberdade de escolha, e em quê isso prejudica a nação?
5) sic: Usuários leigos são refém do medo da mudança, de ter que estudar a disponibilidade de programas e procurar programas similares se for preciso e a falta de motivação para aprender algo novo já que há décadas o Windows como sinônimo de computador e por mais fácil que seja uma distribuição Linux voltada pra usuário comum seja, é diferente do Windows.
E tem mais, pessoas comuns são levadas por mitos e preconceitos. Tudo em conjunto com a falta de informação e com contribuição da pirataria para manter todo o “ciclo do medo” (leia estudo de Havard: “Pirataria favorece Windows”).
Usuários comuns não querem Linux, fato. Linux é um sistema pra g33ks e não para usuários comuns. A experiência do usuário comum para uso básico no Linux é sempre boa, até ele precisar instalar alguma coisa. Ah, chega.
Stay safe,
Lucas Timm.
Vitimas silenciosas da Microsoft
E usar software por ideologia, sempre dá…
…MERDA!
(me segura, hoje tô com a macaca!)
Agora, os Telecentros de São Paulo, que eram (até ontem) referência no uso do tal do “Software Livre” serão migrados. Atenção, *todos*, sim, eu disse TODOS, para o Microsoft Windows Vista. Segundo eles, os deficientes visuais não se adaptaram bem ao Linux, a Microsoft deu as licenças do Windows Vista, a prefeitura banca o upgrade e fica tudo lindo pros dois lados. (e eu achei graça demaaais.
)
Tá certo que, a desculpa que usaram, é mais esfarrapada, impossível. Ok, acredito que o mais sensato deveria ser a adequação de um determinado número de equipamentos pra algum sistema da Microsoft, como o Windows XP, ou Windows 2000. Isso dispensaria o upgrade de hardware. Afinal, pra quê o Vista? É sacanagem com os deficientes até no nome, (trocadilho infame:) infelizmente eles não podem ver as grandes novidades do Windows Vista, sejamos sensatos.
Mas por favor, imaginem quantos impostos serão gastos em vão no upgrade?
Mas tá tudo bem, tá tudo ótimo. Esse é apenas mais uma coisa que me faz desacreditar no tal do Software Livre. Eu não acredito há tempos, e uso Linux por que supre minha necessidade bem mais que o Windows. Pois simplesmente, é muito bonito ser OpenSource. É quase cristão. E com certeza, esses artistas da comunidade estão protestando e postando links pro lado do vento, mostrando as “soluções software livre” para deficientes visuais (na comunidade Linux vs. Windows, mesmo, o Marco postou – e eu achei interessante).
Então, como eu mesmo disse no parágrafo acima, *eu* achei interessante. E, graças a Deus (mesmo), não sou um deficiente visual. Como eu posso opinar num software que, definitivamente, tem seu foco específico, e eu não estou incluso nele? Acordem! A desculpa O argumento tem sentido sim, e eu acreditaria nele se fosse feito da maneira que citei, ou pelo menos de uma forma bem implantada, algo com sensatez!
E assim, concluindo meu pensamento, também voltando ao assunto, esse é só mais um dos motivos pelos quais eu não apoio o software livre. Como eu já falei, é bonito ser OpenSource. Nas empresas, é quase algo como a Responsabilidade Social. Mas, a maioria dos “softwares livres” funcionam apenas em determinadas situações, na minha opinião.
Um software pra uma grande empresa (ou pra uma cidade, por exemplo) requer foco. E foco não é ter o código de fonte aberto pra qualquer um ver e alterar pras suas necessidades. Raríssimos casos fazem assim (mas temos exemplos legais também, como o Google e o MySQL), e quando as dificuldades apertam, ou as propostas das empresas de “software proprietário” ficam interessantes, a conversa muda totalmente de figura, e os ideais pelo futuro da humanidade saem de pauta.
A proposta da Microsoft foi interessante (ou não teriam aceitado). Tenho motivos pelos quais, caso eu fosse o articulador do projeto dos Tele-Centros, não aceitaria a tal proposta, não assim. Mas estaria sempre aberto à negociações, com a empresa e com o software que fosse, independente do licenciamento do software e do dinheiro em questão, (se houvesse). Diálogo é bom, e as coisas não funcionam impostas.
E assim, enquanto isso, a comunidade Software Livre (bando de Debiano folgado) chora as mágoas no Br-Linux…
Samba como cliente (estação)
Hi folks =)
Um dos maiores mitos, dos quais a Microsoft adora assustar os seus clientes insatisfeitos, aqueles que realmente assumem vontade de trocar de plataforma, é dizer que o Windows não se integra em rede com outros sistemas operacionais (explicitamente ela critica o Linux), como se apenas você detestasse o Windows mas só existisse ele na face da terra, e qualquer que seja o seu sistema operacional não-microsoft, ele não se “integrará com o mundo”. Eu já vi várias pérolas nesse sentido.
Desmentindo tudo isso, existe um programa que realmente deveria ser definido como o sentido da interoperabilidade. O Samba é o programa em que a mágica acontece, e faz sistemas operacionais Unix/Unix-Like (Solaris, BSDs, Linux, AIX e outros) se integrarem em redes ambiente Windows. Fruto inicialmente do programador Andrew Tridgell, atualmente o Samba é mantido por ele e pela sua comunidade. E é muito completo, compartilha arquivos, tem gerenciamento de usuários, PDC (controlador de domínios, inclusive mais rápido que o próprio Windows, infelizmente ainda a nível NT4) e se integra ao MS ActiveDirectory. Tudo isso sem códigos proprietários (ocasião em que eu acho isso uma vantagem) sem infringir nenhuma patente. Samba é r0x.
Como tudo começou (senta que lá vem história)
A história do Samba por si só é um capítulo a parte. Parafraseando um amigo meu, sem saber que era impossível, ele foi lá e fez. Tinha um cara que era PhD em Ciências da Computação em Canberra, na Austrália, no ano de 1991. O nome dele é Andrew Tridgell.
Ele havia ganhado um programa chamado eXcursion, um cliente X pra Windows, e esse programa necessitava de um segundo programa, o Dec PathWorks. Havia o cliente pra DOS, mas impossibilitava o uso de algum cliente NFS. O Pathworks Server então só era disponível para estações DEC rodando VMS ou Ultrix, e assim, ele não poderia mais montar os dispositivos no Solaris dele, pois o programa não tinha foco no Solaris ou outro SO não sendo os da DEC.
Andrew então tinha uma DecStation 3100 com Ultrix no laboratório, e ele imaginou que a merda do protocolo que o Ultrix usava não seria tão dificil de implementar, apesar dele nunca ter escrito nada voltado pra rede. Leu um pouco sobre sockets e criou um programinha simples, chamado Clockspy, que simplesmente capturava o que o Pathworks Server “falava” pro Pathworks Client. Ele passou a escrever programas simples em C (Turbo C pra DOS) que dava comandos básicos ao servidor (open, read, cd e outros) e ficava de olho nos pacotes que eles trocavam.
Com base nisso, ele escreveu um programa pro Solaris que “conversava” com o Pathworks Server, como o Pathworks Client fazia. Ele pensou que poderia haver pessoas que se interessariam pelo que ele havia feito, e perguntou na universidade, mas ninguém quis. Então, ele foi num escritório da DEC em Canberra e perguntou se ele poderia distribuir o programinha que ele havia feito, ou se era ilegal. E foi a primeira vez que ele ouviu o nome NetBios. Então ele leu os RFCs 1001 e 1002 (documentação do NetBios) e viu que simplesmente, ele implementou o SMB, o protocolo de rede da Microsoft! Assim, ele chamou o seu programa de Server 0.1.
E tudo bem, mas passou um tempinho (encurtando a história) e ele recebeu um email que dizia que o Server interagia com o LanManager, e aí que ele foi ver o que foi que ele tinha criado!!! Posteriormente, ele chamou o programa de NetBios for Unix (veja o anúncio original aqui), e posteriormente mudou o nome para Samba. Assim, Andrew acabou se tornando das personalidades mais r0x do mundo Linux atualmente, uma pessoa que eu admiro muito.
Como eu comecei a gostar disso
Já expliquei nesse post, meio por alto, que na minha saga do aprendizado, o NFS foi o primeiro meio de comunicação e troca de arquivos que eu implementei no Linux. O Samba já despertava a minha atenção, sim, mas era algo muito “complexo” pra minha cabeça, naquela época, e não havia bons tutoriais na internet. Tudo era voltado pra PDC, mal explicado e complicado. Eu tentei várias coisas, pois precisava trocar arquivos (meu computador era o único Linux no meu ambiente de trabalho), e nada funcionava.
Então, num ato de machêsa, eu resolvi configurar o samba por mim mesmo. Já sabia de alguns parâmetros básicos, será que eu não conseguiria fazer sozinho? Então, li mais algumas coisas e fiz um apanhado geral do que a internet me dizia e do que eu poderia fazer. Interpretei o que várias linhas significavam, montei o meu smb.conf, de primeira ele já funcionou. E posteriormente, na terceira tentativa ele já recebeu arquivos que eu me auto-mandei de outro computador via ambiente de rede. mais uma lida e eu consegui fazê-lo imprimir via rede, e mais um pouco, outros computadores imprimiram através da minha estação: Serviço completo. E é isso que vou instalar a partir de agora.
A instalação do Samba
No Slackware 11, 10.2 e 10.1, o pacote vai no CD1, diretório /slackware/n. Só um installpkg samba-3.0.23c-i486-1.tgz e a parada tá resolvida. O script de inicialização é no /etc/rc.d/rc.samba.
No Fedora 6, yum install samba. Ele baixa e instala sem problemas (isso se o pacote samba não foi selecionado no ato da instalação). Basta um service smb start e ele já entrará em execução.
No Debian, apt-get install samba. Se tu der sorte ele vai baixar os pacotes corretamente e vai instalar certinho, hehe. No final ele tem um “assistente”, onde ele perguntará se quer que o samba inicialize a partir dos daemons ou do inet. Sugiro fortemente os daemons. service samba start e ele ativa.
No Solaris eu achei o pacote nesse site, só baixar e instalar com o pkg-add. Para ativar, svcs samba start (se eu não me engano era assim, tem tempo que eu fiz e o meu DVD do Solaris tá com o Gilberto).
Em todas, a configuração é feita no arquivo /etc/samba/smb.conf, e não vai haver mudanças no arquivo. No máximo os diretórios terão alteração.
Enfim, o smb.conf
Esse arquivo acompanha todas as configurações do samba, para o Unix/Linux interagir com o tal do Windows. Abaixo segue o meu smb.conf comentado para a interação de compartilhamento, ou seja, sem necessidade de usuário e senha. O arquivo é dividido em sessões. Na Global são as configurações gerais. Na printers, obviamente ficam as impressoras. E as configurações de diretórios terão o nome que tu escolher. Lets go?
# /etc/samba/smb.conf básico para compartilhamento.
# altere conforme as suas necessidades.
# Criado por: Lucas Timm
# http://timmerman.wordpress.com
[global]
# workgroup: Grupo de trabalho, deixe igual aos que tu
# colocou no Windows. Me deixe adivinhar… mshome? hehe.
workgroup = timmhome
# server string: Descrição do computador. Fique a vontade.
server string = AMD Athlon 1300MHz
# netbios name: Nome do servidor perante o Windows, que
# aparecerá no “Meus Locais de Rede”, ou \\nome.
netbios name = Servidor
# printcap name: O sistema de impressão que você usa. Pode ser lpd.
printcap name = cups
# load printers: Quer que os Windows vejam a impressora? Se nao
# tiver pode colocar em no, sem dó.
load printers = yes
# tempo de cache do sistema de impressão. Não mexa.
printcap cache time = 60
# De novo, se tu usa o cups deixe assim. Se usa lpd, basta mudar.
printing = cups
# Agora vem o sistema de logs. Estarão no diretório abaixo.
log file = /var/log/samba/%m.log
# Tamanho máximo do log
max log size = 50
# Debug do Log. Como esse smb.conf tá montado, está básico.
# Mas fazendo um domínio, por exemplo, é muito bom aumentar,
# principalmente quando a gente não descobre o erro. hehe.
debug level = 1
# Essa aqui é a fodona!
Não mexa nela. Essa apenas permite
# compartilhar.
security = share
# OS Level: Essa também é r0x, com OS Level = 100 a estação irá
# atualizar a lista com o nome dos hosts presentes.
# Deixa assim.
os level = 100
# Domain Master: A mesma coisa da acima.
local master = yes
# Quer o samba como um proxy de DNS? Eu não, se tu quiser, põe yes!
dns proxy = no
# Ele será um servidor WINS? (o negócio da listinha). Eu gosto.
wins support = yes
# Acabou a parte do global, vamos pra parte do printers. Se tu
# Não tiver nenhuma e colocou “no” nas de cima, pode comentar.
[printers]
comment = All Printers
path = /var/spool/samba
browseable = yes
guest ok = yes
writable = yes
printable = yes
read only = yes
# E agora os diretórios! Crie: [NomeQueVoceQuerQueApareça]
# podem ser quantos você quiser. Recomendo criar um diretório só
# pra troca de arquivos na /, pois nas homes precisa definir
# muitas permissões, e outros poderão xeretar…
[Compartilhada]
# Endereço pra ela:
path = /Compartilhada
# Comentário que vai aparecer
comment = Pasta compartilhada para Lucas
# Se é possível acessá-la pelo ispróri
browseable = yes
# Se qualquer um pode acessar.
public = yes
# Se pode escrever:
writable = yes
# A mesma coisa, mas tem que colocar.
read only = no
# ——- EOF! ——-
Lembre-se de criar o diretório que você compartilhou, e dar acesso pra ele. No caso aí de cima:
mkdir /Compartilhada
cd /
chown algumuser.users /Compartilhada
chown 1777 -Rf /Compartilhada
E, após isso, rode o comando testparm para saber se existe algum erro na sintaxe. Se não houver, reinicialize o Samba conforme o sistema que usa. service smb restart, /etc/rc.d/rc.samba restart, enfim, essa parte é contigo. E, pelo teu Windows, faça aquele lindo assistente para configuração da rede. Lembre de colocar o mesmo grupo de trabalho. Reinicie o Windows e veja o Meus Locais de Rede, pois o teu Unix/Linux estará lá, lindamente.
Pelo Linux, pode ser acessado através do protocolo smb:///, tanto no Konqueror quanto no Nautilus. smb://nomedomicro ou smb://ip pra ir diretamente, ou smb:/// para listar. Em modo texto? smbtree.
Finalizando, numa próxima oportunidade eu crio um outro artigo com a configuração do samba como PDC de uma rede em ambiente Microsoft. Esse dá mais trabalho!
Abraços,
Lucas Timm.
Referências:
História do Samba. No Slackware, vi /usr/doc/samba-3.0.23c/docs/history
Tem coisas que só a Microsoft faz por você
(relato.)
Aula de Windows “Server” 2003 no segundo horário da faculdade. Exercício? Rachar a sala pequenos grupos e fazer roteadores. Já no início a n00bada estava tomando conta do grupo em que eu estava. Simplesmente, determinado rapaz já chegou anexando o hub, colocando IP no host que seria o roteador (conexão lógica entre as duas redes), falando que tava tudo pronto e que faltavam apenas as estações. Como eu sei que o caminho não é por aí e o negócio não é bem assim, cheguei jogando água fria na rapaziada, tomando a dianteira e analizando como as coisas deveriam ser feitas. Definiu-se a rede, desativou-se o hub e voltou-se os 6 micros para a canaleta coletiva. Sentei no servidor para fazer a configuração.
Defini a primeira interface no IP 11.1.1.1/16, e a segunda no IP 171.1.1.1/16, acompanhando as redes que se seguiam. Assistente para Configurar o seu Servidor (óh!) -> Adicionar ou Remover Serviços; 5 minutos para ele “detectar” as interfaces de rede; Adicionar Serviço -> Criar VPN -> (mais cinco minutos para abrir a outra janela do assistente). Nao sei mais o que -> nao sei mais o que -> bla bla bla -> Sei lá o quê Nat, concluir. Pinguem crianças!!! Ninguém pingou nada. (30 minutos). Refaz, troca os IPs, desativa o Nat, ativa de novo, isso, puxa esse cabo pro Hub, não, põe de volta na canaleta (mais 15 minutos), isso, já vou refazer o servidor agora. Pingando nas redes individuais, sem passar um puto pacotinho. Ai meu saco ¬¬
Assistente para Configurar o Servidor -> Serviço de Roteamento -> Gerenciar. Clicka aqui, clicka alí, reinsere as interfaces, e nada. Olhei em volta e, cadê o grupo??? Só três, o resto foi embora. Porra, Windows é fácil mesmo de administrar, as coisas não funcionam simplesmente sem motivo!!!!
Aproveitando que o resto do grupo, tirei os 6 micros das canaletas e coloquei direto naquele hubzinho. Todos ligados, continuam se conversando entre si, mas nenhum pacotinho cruzando para a bancada do lado. E agora? Ligar pra Microsoft?
Re-verificar as interfaces de rede, ipconfig /All e.. porra, que IP é esse??? Eu JURO que eu não defini isso. Perae, botao direito -> Propriedades -> TCP/IP -> 171.1.1.1, 255.255.0.0. Apaga as configurações, cria de novo, refaz o assistente, acho que agora deu. Pinga o 11.1.1.8!!! Nada ¬¬ Pinga o 171.1.1.25!!! Nada ¬¬ Tráfego de pacotes, 0. ¬¬ Porrrrrraaaaaaa!!!!!!!!
E eis que chega o professor, “Ué Lucas, não tá dando certo ae?”, perguntou. Respondi que o FILHO DA PUUUUUUUUTA do servidor (^^) simplesmente não roteia nada. Ele é bem gente boa e sabe mais de Linux que de Windows
Sentou, olhou, clickou aqui, clickou aqui, e viu, ué, tá tudo certo. Mexe aqui, mexe alí e… Serviço desativado!!! o.O (e eu sapeando). Clicka de novo, ativa o serviço, porra nenhuma, já fazia 1 hora e 20 que estávamos tentando. E nada do negócio rotear, “ah se fosse Linux” e outras coisas relacionadas eram os comentários que se seguiam. Outros era “Nossa, aquele moreninho já chegou colocando o IP, ainda bem que você tomou a dianteira, quem dera fosse só aquilo”, hehe, me senti feliz com aquilo. Eu indo bem na aula de Windows Server 2003, wow!
Iniciar -> Executar -> Services.msc. Tudo beleza… Então, a ultima tentativa que restava: O professor resetou (!) o micro, para refazermos as configurações; Excluimos o serviço, refizemos o maravilhoso assistente, ativamos tudo de novo e (rufando-se os tambores), e… e… e… e….. PINGOU! Definimos a rota manualmente (nem pra isso serviu) em dois computadores das redes lógicas distinas, e eles trocaram pings. Está feito! Acabou. Ufa. Aleluia, Deus é pai! Uma hora e meia depois, saiu!!!
O mesmo procedimento no Linux (utilizando as mesmas redes)
Configura-se as estações. Depois faz-se o roteador, com os comandos:
ifconfig eth0 11.1.1.1/16 up
ifconfig eth1 171.1.1.1/16 up
echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
E pode pingar os endereços da outra rede. Tá pronto. Tempo gasto? 20 segundos?
Viram como é fácil trabalhar com a Microsoft???